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11 MILHÕES DE INFECTADOS

Nova mutação torna coronavírus mais infeccioso do que no início da pandemia, diz pesquisa

sexta-feira, 03/07/2020, 17:52 - Atualizado em 03/07/2020, 18:04 - Autor: Redação


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Uma nova mutação mais infecciosa do novo coronavírus se tornou a cepa mais comum, alertaram os pesquisadores.

O vírus da Covid-19 melhorou sua capacidade de entrar e infectar células humanas desde que foi descoberto no ano passado, sugerem pesquisas do Laboratório Nacional Los Alamos, da Universidade Duke e da Universidade de Sheffield.

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Embora a cepa seja capaz de se espalhar mais facilmente, felizmente, parece não causar uma forma mais grave da doença. Quase 11 milhões de pessoas em todo o mundo que foram confirmadas como atingidas pelo coronavírus, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

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A nova variante proeminente, denominada 'D614G', tem uma pequena mas eficaz alteração na proteína 'spike', que se projeta da superfície do vírus permitindo infectar humanos com mais facilidade, acreditam os pesquisadores.

Os cientistas chegaram à conclusão após analisar os dados virais através do banco de dados GISAID, incluindo dezenas de milhares de sequências virais que demonstram como o vírus evoluiu ao longo do tempo em todo o mundo.

O Dr. Thushan de Silva, Professor Clínico Sênior em Doenças Infecciosas da Universidade de Sheffield, disse: 'Temos sequenciado cepas de SARS-CoV-2 em Sheffield desde o início da pandemia e isso nos permitiu fazer parceria com nossos colaboradores para mostrar essa mutação. Tornou-se dominante nas cepas em circulação".

"Os dados fornecidos por nossa equipe em Sheffield sugeriram que a nova cepa estava associada a cargas virais mais altas no trato respiratório superior de pacientes com Covid-19, o que significa que a capacidade do vírus de infectar pessoas poderia ser aumentada". Ele acrescentou: "Felizmente, nesta fase, não parece que os vírus com D614G causem doenças mais graves".

A Dra. Bette Korber, do Laboratório Nacional de Los Alamos, disse: 'É possível rastrear a evolução do SARS-CoV-2 (Covid-19) globalmente porque os pesquisadores em todo o mundo estão rapidamente disponibilizando seus dados de sequência viral através do banco de dados de sequência viral GISAID".

"Atualmente, dezenas de milhares de sequências estão disponíveis neste projeto, o que nos permitiu identificar o surgimento de uma variante que rapidamente se tornou a forma dominante globalmente".

Fonte: Metro

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